30 de setembro de 2015



" As pessoas não conseguem viver com seu lixo.
Os ricos o eliminam rapidamente, trocam os lençóis e toalhas todos os dias.
Ninguém quer enxergar seu lixo, pois este está ligado à questão da morte.
É bem mais fácil esconder tudo debaixo do tapete, pois o lixo revela o que somos."

Pedro Pellegrino

2 de setembro de 2015

PERÍODO SABÁTICO

Aviso aos amigos:



Estou em preparação para um período sabático.
Sem remuneração, uma vez que sou autônoma. .
Em breve sairei do ar. 
Para quem não sabe sobre o assunto, leiam a matéria.
Em tempo: 
Período sabático, não é férias!

17 de agosto de 2015

SEM TÍTULO


CARTA À INTROSPECTIVA QUE ME HABITA

A soma de todos os afetos

 - Blog de Crônicas: Carta à introspectiva que me habita:  

Hoje eu queria falar com você. Sim, você que me olha por trás da porta e prefere a luz do abajur ao lustre da sala de jantar. Você, que co...

12 de agosto de 2015

O MOMENTO FUGAZ




E aí...ouço a voz com sotaque mineiro, de Rubem Alves:

-Quem sabe que o tempo está fugindo, descobre subitamente, a beleza única do momento que nunca mais será.” 


11 de agosto de 2015

MARIA ...MARIA.


"E porque não falar sobre a dor?

A dor da saudade, a dor da alma, a dor que aperta.

Há dois dias, que é só lembrar de alguma frase, ver alguma foto, desejar alguma comida que vem ela e: 

Pum! 
Enfia uma faca no meu peito e faz meus olhos chorarem.

Ah dor!
Se Deus a criou foi em sabedoria, para que sempre aprendêssemos com ela.

Mas, cara amiga:

Tu és chata demais!

Sentir você apertando, apertando, apertando...

Deixa eu, dor da saudade! 

Deixa eu, aqui, de boa na lagoa.
Deixa a saudades ser saudável, deixa ela vir com cheiro de bolinho de chuva...

Dói mais não...Ainda sou imperfeita demais para viver essa separação."

Maria Fernanda Martinelli

7 de agosto de 2015

SEMPRE FOI ASSIM?

 


  É assim que os humanos, em todo o planeta tratam seus semelhantes?

Temos medos.

Temos vividos encarcerados, para fugir  de um meio hostil.

Sempre foi assim?

Para onde caminhamos?

Não era, o que estava previsto para nós.

Ou era?

Pense a respeito.

Não vim para dar respostas hoje.
Vim para instigar a reflexão.



Adriana Calcanhotto - Tão Chic

VIVEMOS EM DOIS MUNDOS



Não precisamos de voz, para viver nos dias de hoje.

Até que ponto é verdade?

Basta um teclado, conexão (claro) e um computador, um celular ou qualquer dispositivo móvel. 

E então, a comunicação acontece. 

Claro que a comunicação "olho no olho" é muito bom, estimulante, causa emoção por tudo quanto é lado. 

O abraço gostoso, as mãos apertadas, ouvir a risada de algo engraçado, o choro de quem está decepcionado e por aí vai. 

Isto que me preocupa, na internet. 

Eu e a maioria, neste mundo de Deus, fazemos esta comunicação ser rápida, eficiente, eficaz. 

Quando nos damos conta: 

Onde estão nossos amigos? 

Na nuvem digital? 

Como vivem? 

Ah! Quanto já ouvi!

-Tenho medo da exposição na Web ! 

-Os perigos da internet! 

-Crimes virtuais, spam, vírus e mais um montão de “coisas assustadoras...”.


 E acho até, que não se coloca foto no perfil, por puro medo desta praga. 

E aí? 

Onde está nossa voz? 


No mundo virtual está nas palavras e nas imagens. 

No mundo presencial, está ali na esquina, em um barzinho, meio tosco, tomando café em uma xícara de louça barata. 

Ou uma cerveja... Em copo de requeijão. 

E haja conversa! 

Há quanto tempo eu conheço a risada do seu João, sempre com o avental engordurado? 

Vivemos em dois mundos.



6 de agosto de 2015

OS PARDAIS



Sempre me disseram que pardais eram aves tão sem personalidade, tão sem graça, comuns.

Meu pai, que adorava manter aves em cativeiro e colecionava variedades delas, tinha verdadeira aversão pelos pardais.

O que era importante para ele, no reino dos pequenos passarinhos, era o cantar diferenciado, o espetacular, o exótico.

E eu... achava triste ser um pardal.

Mas hoje... Não penso mais assim.

Minha casa, minha cidade e talvez o mundo inteiro tenha milhões de pardais.

E eu, captei um passarinho num instante fotográfico.

Pareceu-me tão especial na cadeira, que eu pensei em todas as pessoas do mundo.

Muitos de nós somos pardais.

Mas, sempre tem alguém que nos reconhece por qualquer qualidade.

Sempre tem alguém que nos considera especial.

Isto faz toda a diferença.

5 de agosto de 2015

4 de agosto de 2015

3 de agosto de 2015

ENTUSIASMO



Li em um livro, antigo até, do autor Paulo Coelho.

Não é minha leitura preferida, é certo.

Mas o texto, chegou a mexer um pouco comigo.

Talvez, porque tenha um pouco de mim, nele.

"Entre os antigos, Entusiasmo significa transe, arrebatamento, ligação com Deus.

O Entusiasmo é dirigido a uma ideia, um sonho, um projeto ou atividade.

Todos passamos por isso.

Quando temos uma paixão, acreditamos do fundo da alma que acertamos em cheio!

Sentimos uma força mais forte que o mundo e somos tomados de uma serenidade que vem da certeza de que nada poderá vencer nossa fé.

Esta força estranha, faz com que sempre tomemos as decisões certas na hora exata,
Será ? ( palavras minhas)...

E quando atingimos nosso objetivo, ficamos surpresos com a nossa capacidade de fazer algo, que acreditávamos ser impossível "

É para pensar...


29 de julho de 2015

27 de julho de 2015

O MELHOR PRESENTE É O QUE DURA TODA A ETERNIDADE


 “O ANIVERSÁRIO DE ZAZÁ”
(Cecília Figueiredo)

O aniversário é o convidado
E eu, a festa;
corre a vida folega pelos intermédios 
que me compõem o agora
A bacia de ágata que puseram lá fora
está plena 
e manda-me luz.

Há torneirinhas no chão - gênesis da chuva
De toda a minha vida, de meus poucos pertences,
Da minha solidez que testemunha fatos, gente, 
bichos, plantas, minerais, migalhas de pão,
aviador, sabões, confissões, recreios de uma vida madura
que trazem ternuras tiradas 
mas nem sei de onde são.

Tudo já sei, mas não me conforta.
Bastasse um pássaro novo, eu já quereria o pássaro;
Um ambiente ocre para que eu o quisesse convertê-lo em azul.

É pouca a vida quando se avança,
E o avanço me contempla enquanto ainda há espera.
O aniversário é o convidado
E eu, a festa,
Basta-me ser para celebrar uma vida
íntima do amálgama de tudo o que há,
que houve e que ainda haverá
é belo e anti-belo, 
é rico e não é rico,
é sensível e vívido,
e isso, penso que é paz.

O aniversário e eu, 
O convidado e a festa,
A simbiose que me habita
E hoje, a que tudo vê 
- grata e congrata -
e a que tudo dá.

22 de julho de 2015

RECOMEÇANDO SEMPRE.



Recomeçar, é uma maneira de injetar desafios na vida.

Tenho plena consciência dos ciclos.

E principalmente aceitar que a vida é dinâmica e vivemos momentos de profundas transformações.


13 de julho de 2015

1 de julho de 2015

PRIMEIRO DIA DE AULA NA USP SÃO FRANCISCO


                                                        Por Ydelvandes de Oliveira

Primeiro dia de aula, o professor de 'Introdução ao Direito' entrou na sala e a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:

- Qual é o seu nome?


- Chamo-me Nelson, senhor.


- Saia de minha aula e não volte nunca mais! - gritou o desagradável professor.


Nelson ficou desconcertado. 


Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.

Todos estavam assustados e indignados, porém ninguém falou nada.

- Agora sim! - vamos começar .


- Para que servem as leis? Perguntou o professor.


Seguiam assustados ainda os alunos, porém pouco a pouco começaram a responder à sua pergunta:


- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.


- Não! - respondia o professor.


- Para cumpri-las.


- Não!


- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.


- Não!


- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?


- Para que haja justiça - falou timidamente uma garota.


- Até que enfim! É isso, para que haja justiça. 


E agora, para que serve a justiça?

Todos começaram a ficar incomodados pela atitude tão grosseira. 


Porém, seguíamos respondendo:

- Para salvaguardar os direitos humanos...


- Bem, que mais? - perguntava o professor .


- Para diferenciar o certo do errado, para premiar a quem faz o bem...


- Ok, não está mal, porém respondam a esta pergunta:


"Agi corretamente ao expulsar Nelson da sala de aula?"


Todos ficaram calados, ninguém respondia.


- Quero uma resposta decidida e unânime!


- Não! - responderam todos a uma só voz.


- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?


- Sim!


- E por que ninguém fez nada a respeito? 


Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? 

Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. 

Todos. 

Não voltem a ficar calados, nunca mais! 

Vou buscar o Nelson - disse. 

Afinal, ele é o professor, eu sou aluno de outro período.

Aprenda: 


Quando não defendemos nossos direitos, perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.

O povo é forte, juntos somos mais do que eles, pagar a conta do que eles fazem é demais. 


Sei que quase ninguém leu, mas serve para o que estamos passando hoje na política do Brasil.

Precisamos tomar as rédeas do nosso país. 


Estamos à deriva, jogados, sem ninguém por nós.

12 de junho de 2015

11 de junho de 2015

NENHUM HOMEM É UMA ILHA


"Certa vez,um poeta disse que nenhum homem é uma ilha.

Precisamos de ajuda, precisamos de amigos e quando os amigos não estão por perto, temos que transformar a solidão em nossa principal arma.

Tudo o que nos cerca, precisa nos ajudar dar os passos que precisamos,em direção ao nosso objetivo.

Tudo tem que que ser uma manifestação pessoal de nossa vontade de vencer.

Sem isto, sem perceber que precisamos de todos e de tudo, seremos guerreiros arrogantes.

E nossa arrogância nos derrotará no final, porque estaremos de tal modo seguros, que não perceberemos as armadilhas no campo de batalha".

( Desconheço o autor)



9 de junho de 2015

24 de abril de 2015

ESTÁ NA HORA DE PROVOCAR MOVIMENTO



“A afinidade não é o mais brilhante, mas é o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.

Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.

Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido.”

 Artur da Távola