13 de maio de 2015
24 de abril de 2015
ESTÁ NA HORA DE PROVOCAR MOVIMENTO
“A
afinidade não é o mais brilhante, mas é o mais sutil, delicado e penetrante dos
sentimentos.
Não
importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando
há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o
afeto no exato ponto em que foi interrompido.”
Artur da Távola
3 de dezembro de 2014
CHUVA DAS BROTAS
Chega
de sono e terra seca.
Chega de folhas caindo, de marrons, da paisagem monótona
e quase abandonada. É hora de vermelhos, azuis, violetas e amarelos.
No
jardim e na própria vida, a nova estação tudo permite.
Comece olhando a sua volta.
Não com o olhar de
sempre, mas com aquele da primeira vez.
Aquele
olhar que realmente vê, analisa, tira conclusões.
E então confira se você viveu
a plenitude da estação que termina se cuidou e aproveitou o encanto dos dias
frios, ou se abandonou se escondeu de tudo.
Aproveite
o milagre das Chuvas das Brotas.
Aquela que vem mudando tudo, encharcando a
terra, molhando as almas, despertando as cores adormecidas, anunciando que em
breve tudo estará diferente.
Escolha
então sua nova cor.
E como toda pessoa prudente e de bom senso, mostre um pouco
de ousadia.
Não
fique presa ao que existe não se conforme com as coisas como são. Imagine, não
só como elas poderiam ser, mas, principalmente como você gostaria que fossem.
Combinem
no jardim e em você, com ciência e arte, todas as cores.
Recuse-se
a ficar solitário.
Misture a vermelha paixão, o azul raciocínio, à paz do
branco com a inspiração do amarelo.
Recorra
à experiência, retire as ervas daninhas, regue suas relações.
Mas,
seja reservado.
Quem diz que vai fazer quase sempre nada faz.
Guarde seus
segredos, esconda seus planos.
Deixe
que seu jardim e seus atos falem por você, que revele a quem souber ver o que
brota na sua alma.
Só
assim esta primavera que começa será inesquecível e estará marcada mais uma nova
estação em sua vida.
(Roberto Araújo)
APRENDI.
"Aprendi que se aprende errando
Que crescer não significa fazer aniversário
Que o silêncio às vezes é a melhor resposta
Que amigos conquistamos sendo verdadeiros
Que os verdadeiros amigos estão conosco até
o fim
Que não se espera a felicidade chegar,mas se procura ela
Que quando penso saber tudo,ainda não aprendi nada
Que a natureza é uma das coisas mais perfeitas na vida
Que amar significa se dar por inteiro
Que apenas um dia pode ser mais importante do que muitos anos
Que se pode conversar com as estrelas
Que se pode confessar com a lua
Que se pode viajar além do infinito
Que sonhar é preciso e procurar realizar esses sonhos é ainda mais necessário
Que se deve ser criança a vida toda.
Que nosso ser é livre!
Que Deus não proíbe nada em nome do amor
Que o julgamento alheio, não é importante
Que o que realmente importa é a paz interior".
24 de novembro de 2014
6 de novembro de 2014
15 de setembro de 2014
FELICIDADE PODE SER QUALQUER COISA
"Se você quer ser feliz, tente
Felicidade pode ser só ilusão
Mas o coração não mente
Felicidade pode ser qualquer coisa
Uma cachaça, um beijo, um orgasmo
Um futebol na tarde de domingo
Uma canção de Roberto e Erasmo
Vida eterna, vida eterna
É a vida dos sonhos
Deus é o tempo
Sonhar é a salvação
O sonho de Leno morreu
O meu não
O sonho de Leno morreu
O meu não
O sonho de leno morreu..."
Zeca Baleiro
10 de setembro de 2014
“Compreendi que viver é ser
livre”…
Que ter amigos é necessário… Que lutar é manter-se
vivo… Que pra ser feliz basta querer…
Aprendi que o tempo cura…
Que magoa passa…
Que decepção não mata…
Que hoje é reflexo de ontem…
Compreendi que podemos chorar sem
derramar lagrimas…
Que os verdadeiros amigos
permanecem…
Que dor fortalece… Que vencer
engrandece… Aprendi que sonhar não é fantasiar…
Que pra sorrir tem que fazer
alguém sorrir…
Que a beleza não está no que vemos, e
sim no que sentimos…
Que o valor está na força da
conquista…
Compreendi que as palavras tem
força…
Que fazer é melhor que falar…
Que o olhar não mente…
Que viver é aprender com os erros…
Aprendi que tudo depende da
vontade…
Que o melhor é ser nós mesmos…
Que o SEGREDO da vida é VIVER!
“E umas das coisas que aprendi é que
se deve viver "apesar de."
Apesar de, se deve comer.
Apesar de, se deve amar.
Apesar de, se deve morrer.
Apesar de, se deve rezar.
Inclusive muitas vezes é o próprio
“apesar” que nos empurra para frente.
Foi o” apesar de” que me deu uma
angústia, que insatisfeita foi criadora de minha própria vida.”
Clarice Lispector
21 de agosto de 2014
DRA. ELIZABETH SMIALOWSKI
Foto da web
Dedicado á Dra. Elizabeth Smialowski
O Que Acontece No Meio
"Vida é o que existe entre o nascimento e a morte.
O que acontece no meio é o que importa.
No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma.
Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo.
Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade para o fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início.
Que o pensamento é uma aventura sem igual.
Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro.
Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.
No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato.
Que amar é lapidação, e não destruição.
Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais.
Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.
Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso.
Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante.
Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa.
Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão.
Quase?
Ora, é sempre mais forte.
No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo.
Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio.
Que todas as escolhas geram dúvida, todas.
Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.
Que adultos se divertem mais do que os adolescentes.
Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.
No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos.
Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável.
Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo).
Que tocar na dor do outro exige delicadeza.
Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência.
Que não é preciso se estressar tanto em busca do orgasmo, há outras coisas que também levam ao clímax: um poema, um gol, um show, um beijo.
No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário.
Que é mais produtivo agir do que reagir.
Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue.
Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais.
Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade.
E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.
"(Martha Medeiros)
16 de julho de 2014
COM LICENÇA...POSSO ERRAR?
Foto de Doc
Com licença, posso errar?
Há pouco tempo fui obrigada a lavar meus cabelos com o xampu “errado”.
Foi num hotel, aonde cheguei pouco antes de fazer uma palestra e, depois de ver que tinha deixado meu xampu em casa, descobri que não havia farmácia nem shopping num raio de 10 quilômetros.
A única opção era usar o dois-em-um (xampu com efeito condicionador) do kit do hotel.
Opção? Maneira de dizer.
Meus cabelos, superoleosos, grudam só de ouvir a palavra “condicionador”.
Mas fui em frente.
Apliquei o produto cautelosamente, enxaguei, fiz a escova de praxe e...
Surpresa!
Os cabelos ficaram soltos e brilhantes — tudo aquilo que meus nove vidros de xampu “certo” que deixei em casa costumam prometer para nem sempre cumprir.
Foi aí que me dei conta do quanto a gente se esforça para fazer a coisa certa, comprar o produto certo, usar a roupa certa, dizer a coisa certa — e a pergunta que não quer calar é:
Certa pra quem? Ou: certa por quê?
2-O homem certo, por exemplo: existe ficção maior do que essa?
Minha amiga se casou com um exemplar da espécie depois de namorá-lo sete anos.
Levou um mês para descobrir que estava com o marido errado.
Ele foi “certo” até colocar a aliança.
O que faz surgir outra pergunta: certo até quando?
Porque o certo de hoje, pode se transformar no equívoco monumental de amanhã.
Ou o contrário: existem homens que chegam com aquele jeito de “nada a ver”, vão ficando e, quando você se assusta, está casada — e feliz — com um deles.
E as roupas?
3-Quantos sábados você já passou num shopping procurando o vestido certo e os sapatos certos para aquele casamento chiquérrimo e, na hora de sair para a festa, você se olha no espelho e tem a sensação de que está tudo errado?
As vendedoras juraram que era a escolha perfeita, mas talvez você se sentisse melhor com uma dose menor de perfeição.
Eu mesma já fui para várias festas me sentindo fantasiada.
Estava com a roupa “certa”, mas o que eu queria mesmo era ter ficado mais parecida comigo mesma, nem que fosse para “errar”.
4-Outro dia fui dar uma bronca numa amiga que insiste em fumar, apesar dos problemas de saúde, e ela me respondeu:
“Eu sei que está errado, mas a gente tem que fazer alguma coisa errada na vida, senão fica tudo muito sem graça.
O que eu queria mesmo era trair meu marido, mas isso eu não tenho coragem. Então eu fumo”.
Sem entrar no mérito da questão — da traição ou do cigarro —, concordo que viver é, eventualmente, poder escorregar ou sair do tom.
O mundo está cheio de regras, que vão desde nosso guarda-roupa, passando por cosméticos e dietas, até o que vamos dizer na entrevista de emprego, o vinho que devemos pedir no restaurante, o desempenho sexual que nos torna parceiros interessantes, o restaurante que está na moda, o celular que dá status, a idade que devemos aparentar.
Obedecer, ou acertar, sempre é fazer um pacto com o óbvio, renunciar ao inesperado.
O filósofo Mario Sergio Cortella conta que muitas pessoas se surpreendem quando constatam que ele não sabe dirigir e tem sempre alguém que pergunta:
“Como assim?! Você não dirige?!”.
Com toda a calma, ele responde:
“Não, eu não dirijo.
Também não boto ovo, não fabrico rádios — tem um punhado de coisas que eu não faço”.
Não temos que fazer tudo que esperam que a gente faça nem acertar sempre no que fazemos.
Como diz Sofia, agente de viagens que adora questionar regras:
“Não sou obrigada a gostar de comida japonesa, nem a ter manequim 38 e, muito menos, a achar normal uma vida sem carboidratos”.
O certo ou o “certo” pode até ser bom.
Mas às vezes merecemos aposentar régua e compasso.”
Leila Ferreira, jornalista, apresentadora de TV e autora do livro Mulheres – Por que será que elas... (Editora Globo)
14 de julho de 2014
2 de julho de 2014
VINTE ANOS
Quando temos vinte anos somos tão sonhadores!
E quando chegamos aos sessenta, podemos continuar sendo sonhadores.
Assim sou eu.
Piorei!
Lembro-me bem das cores e sonhos da minha juventude.
Mas agora, meus sonhos são maiores, mais profundos e mais maduros.
Penso frequentemente no futuro:
Será que vou ser mais sonhadora ainda?
Será que vou ser mais sonhadora ainda?
Certamente, sim.
A diferença que vejo nos meus sonhos antigos e atuais, é que são sempre acompanhados de atitudes.
Penso que isto é fundamental.
Sonhar e não agir, é coisa para bobos.
30 de junho de 2014
QUANDO SEU TRABALHO É INSPIRAÇÃO E CRIATIVIDADE
E incompetente também.
Tantos planos e projetos embaralhando minha cabeça.
Mas... Adiando tudinho.
Já ouvi muitos conselhos!
Mas entraram por um ouvido e saíram por outro.
Acho que todos têm estas fases.
A fase da "não realização de nada".
Isto passa.
Eu vivo escrevendo:
PRECISO ESCREVER!
PRECISO ESCREVER!
E não escrevo.
Travadíssima!
Claro que sempre trabalhei com pessoas, e considero que toda a minha vida foi centrada em ensinar.
Conheço a vida, reconheço pessoas, na sua maior intimidade interior.
Gosto de presenças.
Agora também, das presenças virtuais.
Agora também, das presenças virtuais.
Procuro modificar realidades.
Esta é a minha vida.
Portanto, quando virem meus inúmeros posts no Blog, as fotos os vídeos... compreendam porque estou aqui.
Para acrescentar.
Mas de maneira diferente.
Mas de maneira diferente.
Ah! Mas já me disseram:
-A diversidade é boa.
Estimula outras pessoas.
Desperta novos olhares.
Abre novas possibilidades.
Então, por isto estou aqui.
Não consigo ver a vida, sem que eu possa contribuir, um pouco que seja para melhorar a vida do outro.
19 de maio de 2014
VIVEMOS EM DOIS MUNDOS
![]() |
| Foto de Zazá Lee |
Descobri por estes dias que não precisamos de voz, para
viver.
Basta um teclado, conexão (claro) e um computador.
E então, a comunicação acontece.
Claro que a comunicação "olho no olho" é muito
bom, estimulante, causa emoção por tudo quanto é lado.
O abraço gostoso, as mãos apertadas, ouvir a risada de algo
engraçado, o choro de quem está decepcionado e por aí vai.
Isto que me preocupa na internet.
Eu e a maioria, neste mundo de Deus, fazemos esta
comunicação ser rápida, eficiente, eficaz.
Quando nos damos conta:
Onde estão nossos amigos?
Na nuvem digital?
Como vivem?
Ah!
O medo da exposição na Rede!
Os perigos da internet!
Crimes virtuais, spam, vírus e mais um montão de coisas
assustadoras...
E acho até, que não se coloca foto no perfil, por puro
medo desta praga.
E aí?
Onde está nossa voz?
No mundo virtual está nas palavras e nas imagens.
No mundo presencial, está ali na esquina, em um barzinho,
meio tosco, tomando café em uma xícara de louça barata.
Ou uma cerveja... Em copo de requeijão.
E haja conversa!
Há quanto tempo eu conheço a risada do seu João, sempre com
o avental engordurado?
Vivemos em dois mundos.
26 de março de 2014
AVE MARIA!
Eu particularmente, uso esta expressão a todo o momento.
Não pergunte por quê!
Costume, eu acho...
Mas, especialmente hoje eu peço:
Planeta TERRA!
Pare.
Eu quero descer!
Humanos!
Parem por um instante. Respirem!
Todas as minhas tentativas de falar com alguém hoje (muitas pessoas) foi frustrante.
TODO MUNDO em reunião.
O mundo inteiro em REUNIÃO!
E amanhã começa tudo de novo!
Reunião. Reunião. Reunião.
E nada se resolve.
Não pergunte por quê!
Costume, eu acho...
Mas, especialmente hoje eu peço:
Planeta TERRA!
Pare.
Eu quero descer!
Humanos!
Parem por um instante. Respirem!
Todas as minhas tentativas de falar com alguém hoje (muitas pessoas) foi frustrante.
TODO MUNDO em reunião.
O mundo inteiro em REUNIÃO!
E amanhã começa tudo de novo!
Reunião. Reunião. Reunião.
E nada se resolve.
27 de dezembro de 2012
31 de outubro de 2012
MINHA VOLTA
Viajei, vi muitas paisagens diferentes, aportei em muitas praias.
Mas a maré foi encaminhando meu barco de tal forma, que não consegui leva-lo para lugar algum.
Deixei que o barco fosse seguindo a maré.
Dormi ao som de tempestades e raios.
Fiquei assustada com peixes estranhos.
Um dia, decidi ancorar em uma praia deserta.
Muito linda e solitária.
A reflexão chegou, com o silêncio cortado pelos sons gritantes das gaivotas.
E tive a iluminação que precisava.
Voltei para a praia que estava destinada a mim.
Cautelosamente, estou ancorando na minha verdadeira praia.
20 de setembro de 2012
10 de março de 2012
ZUNGA: CÃOZINHO SEM LAR
Foto de Zazá Lee
Meu nome é Zunga.
"Fui adotado com oito meses,
através do Facebook.
E tenho uma madrinha, que foi
a responsável por eu estar aqui hoje.
O nome dela é Rita Michaluca.
Vejam só!
Vejam só!
Zazá conseguiu saber de mim,
por meio de uma Rede Social...
Este foi meu primeiro Ano
Novo da vida. E quero agradecer á minha madrinha Rita Michaluca por ter
permitido este encontro.
Bem... Eu considero que sou o verdadeiro contestador de tudo!
Sou livre, mas tão livre, que ela não consegue colocar disciplina em mim.
Não aceito regras!
Não tenho a menor ideia de onde vim quem são meus pais...
Mas certamente herdei de alguns deles, este temperamento "de lobo de floresta"...
Quando ela chama minha atenção, eu a encaro firme!
Ela fica desarmada. Desiste.
Faço o que quero.
Outro dia ela me disse brava:
“- Vou chamar um adestrador e colocar você na linha"!
Dei um salto bem alto, (consigo saltar de qualquer lugar...) e sumi, correndo feito um corisco!
Depois fiquei de longe, olhando para ela.
Adoro roubar as coisas das quais ela gosta.
Mas... Hoje, já sou adulto.
Tenho quase dois anos.
Gosto muito da Zazá. Quando ela chega em casa, salto para cima dela.
E depois corro muito, sem parar!
Bem... sei que sou da "pá virada" ,mas sou assim.
Não posso mudar.Faz parte da minha história .
Quem sabe um dia eu fique mais comportado.
Talvez ela se acostume com as coisas erradas(?) que faço.
Não sei.
Mas sou feliz aqui. Tenho tudo o que preciso.
Acho que no fundo, eu sou um
pouquinho parecido com ela...
Coisas da vida."
30 de novembro de 2011
AZUL E AMARELO
Foto de Zazá Lee
Acabei de fazer esta foto.
Olhei para o céu e vi as minhas cores pessoais.
Cada ser humano tem suas cores ...digamos, preferidas.
Eu sou azul e amarelo.
E esta imagem gritou tão alto, mas tão alto, que ouvi um eco!
Eternize-me!
Então eternizei.
27 de janeiro de 2011
MUDANÇA DE ENDEREÇO
Arte de Zazá Lee
Abraço doce que se perdeu no tempo.
Na verdade, tudo fica perdido no passado e podemos escolher ficar com a felicidade do momento que já se foi ou com a nova realidade que o futuro trouxe.
O tempo não tem valor.
É fugaz.
Vejo vultos por todos os lados, andando serenamente por todos os lugares.
São vultos iluminados que vieram do passado e deixam sua marca gravada para sempre em todos os corações.
Cada ser vivo desta dimensão, está embuído de sensações do passado.
Mudaram de endereço.
Eu também mudei de endereço.
10 de novembro de 2010
ESPERA UM POUCO
Todos nós, humanos, precisamos de um tempo para que as coisas se ajeitem.
De um modo ou outro, nem sempre tudo é perfeitinho.
Aliás, que chatice toda a perfeição !
Eu por exemplo, detesto Coca Light!
E não sou imperfeita por isto.
Há quem goste de Coca Light.
Acho que estou embaralhando tudo o que escrevo.
Prova evidente de que, não sou perfeitinha.
Espere um pouco.
Um dia posto o que penso dos perfeitinhos (a)s...
19 de setembro de 2010
16 de dezembro de 2007
11 de setembro de 2007
HISTÓRIA REAL DE UMA BONECA
Foto de Zazá Lee
Passando por uma estrada quase deserta, na verdade uma rodovia, eu vi uma cabeça de boneca em uma lata de lixo.
Paramos o carro, ao meu pedido quase suplicante!
Tirei a boneca do lixo: ela estava novinha!
Eu adoro bonecas e quis levá-la comigo, mas não tinha jeito.
Então, num impulso de salvá-la de morrer abandonada, espetei o corpinho dela em um pedaço de pau, na beira da rodovia.
Pensei: Alguma criança vai encontrá-la e elas serão amigas.
Triste boneca abandonada.
12 de junho de 2007
AMOR E DOR
Tela com técnica mista
A imagem que usei nesta foto,está na Igreja de Santa Rita de Cássia, em Indaiatuba.
Elaborei este quadro baseado em uma foto.
Usei técnicas mistas e colagem, para criar estes efeitos.
Gostei do trabalho.
Foi sofrido para mim fazê-lo.
Nem me perguntem o porquê.
Hoje ele já não existe mais.
Eu o destruí, apesar de ter um pedido para comprá-lo.
Eu o destruí, apesar de ter um pedido para comprá-lo.
Ficou comigo a lembrança de executá-lo e a foto do trabalho pronto.
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